Um olhar para o futuro

Escolher uma profissão é ter ciência que ela irá permanecerá com você até o resto de sua vida. O conhecimento adquirido não poderá ser roubado ou muito menos esquecido. A decisão pode partir de um sonho quando criança ou vir de pequenas experiências. Mas, o que faz uma pessoa escolher o jornalismo não é simples.

No caso de Isabela Lauriano, ela optou pelo jornalismo por causa da fotografia e pela oportunidade de trabalhar em revista. Mas antes que seu sonho se realize, deseja primeiro fazer um intercâmbio e por fim entrar em uma grande empresa. “Eu espero ser muito feliz, e a cada dia que passa, me surpreendo mais e mais”.

Por outro lado, existem as dificuldades iniciais, são geradas desde o ensino médio. O contato com os outros cursos e para qual instituição deverá ir, acaba criando uma crescente pressão e até angustia nos estudantes. Além disso, a transição de ensino médio – faculdade pode ser ainda mais confusa quando não se há opção.

Nathalia Cortes, 6ª período da Universidade Veiga de Almeida, decidiu pelo curso para ajudar de alguma forma as crianças especiais” Minha motivação é minha afilhada, que é especial. Muito dependente da gente”. Diz também que ao longo da faculdade foi adquirindo gosto pela rádio e espera trabalhar nessa área ou viver de fotografia, eventos, e futuramente em uma empresa.

Cada estudante possui uma história e uma vivência completamente diferente do outro. Tainá de Oliveira, 6º período da Universidade Veiga de Almeida, por exemplo, demostra uma inspiração, justificando que o jornalismo, para ela, uma profissão que constrói a história. “Jornalista não só relata como também vê com seus próprios olhos os fatos que acontecerem. Ele participa daquilo”.

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Foto: Reprodução.

Um fato cômico, mas que incomoda a maioria dos estudantes é a clássica pergunta: “Quando vou te ver no Jornal Nacional?”, o que remete a ideia de que o jornalismo restringe-se apenas ao telejornalismo, que, apesar de ser importante parte da carreira, não a define, já que existem inúmeras opções de especialização.

Não existe um padrão de escolhas, listas ou alguém para decidir qual caminho deverá seguir, mas é claro que as pessoas devem estar preparadas para os contratempos que podem surgir. O trajeto pode não ser fácil e que afirma isso é o grande índice de desistências, mas o que se deve ter em mente é que, quando se faz algo que se gosta, tudo vale a pena.

Reportagem: Pamella Castro.

Revisão: Pamella Castro.

Edição: Pamella Castro.

Pauta: Pamella Castro.

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