Sites de informação migram para a versão mobile

Acessar a internet a qualquer hora e lugar não é mais nenhuma novidade. A facilidade de buscar e pesquisar, ler uma notícia ou saber como está o trânsito tem tomado conta dos usuários de smartphones, tablets ou algum dispositivo móvel. A diferença é que agora os sites e portais de informações não estão restritos apenas ao modelo WWW (World Wide Web), mas sim, as maneiras mais fáceis de serem usados. Os aplicativos ajudam e melhoram na interação do usuário e a praticidade na hora de buscar alguma notícia. Os grandes jornais impressos que há mais de 10 anos migraram para a internet, hoje se mudam também para os “APLICATIVOS” OU “APPS”.

Os APPS são softwares desenvolvidos para serem instalados em um dispositivo eletrônico móvel. Na versão mobile, eles podem até ter função de GEO-localização, que torna a busca e a atualização de notícias mais relevante para o leitor, de acordo com o lugar que ele se encontra. O primeiro jornal brasileiro a utilizar aplicativo foi o ESTADÃO. Com ele, ficou mais fácil navegar e ter acesso ao mesmo conteúdo do impresso. Eles têm formato inovador para grande exploração e o download é gratuito. O jornal EXTRA, leva todas as informações do papel para a tela do smartphone. Além da rapidez, a praticidade de ler notícias sobre celebridades, ficar por dentro dos campeonatos de futebol ou acompanhar a tabela do brasileirão, atrai milhares de leitores online para o aplicativo. Só é necessário fazer login e pronto, você recebe os acontecimentos mais importantes do dia, onde estiver.

Apesar, do conteúdo ser o mesmo tanto no impresso quanto no site e no aplicativo, a forma de passar a mensagem muda. O texto nos APPS é, em geral, mais informal, pela necessidade de dar a informação mais rápida e ágil aos usuários. Essa linguagem faz com que os textos tenham mais a “cara do leitor”, fazendo com que ele se identifique mais e se aproxime mais dos conteúdos, se tornando mais receptivo e participativo, e recebendo as notícias em diferentes linguagens e plataformas.

O portal de notícias da globo traz também sua versão em APP. O G1, onde todos podem acessar os últimos acontecimentos do Brasil e do mundo sobre economia, política, tecnologia, games, concursos, emprego, educação, carros, ciência, saúde, cultura, turismo, e viagem, previsão do tempo e trânsito. Também é possível ver vídeos de telejornais locais da TV Globo e de suas afiliadas por todo o país, além dos vídeos da Globonews.

Ao contrário do que muita gente pensa, o processo de criação dos APPS não é tão difícil. Conversamos com o Yago Rezende, 23, estudante de análise de sistemas na FAETERJ-RIO, e ele tirou algumas de nossas dúvidas, que também podem ser as suas.

Sobre a fase inicial, destacou que é importante identificar a função do aplicativo, depois decidir como vai ser implementada. Segundo ele, para desenvolver um aplicativo é necessário ter conhecimento em programação e suas ferramentas. “Para Android, a linguagem primária é Java e a IDE(sigla em inglês para ambiente de desenvolvimento integrado) oficial é o Android Studio. A Apple disponibiliza o iOS SDK, que reúne as principais ferramentas usadas no desenvolvimento, a linguagem primária é Objective-C”. O desenvolvedor interessado em distribuir o aplicativo na Apple Store precisa desembolsar 99 dólares por ano por uma licença. Já na reta final é a hora de cuidar da aparência, design e interface.

Sobre o aplicativo do G1, ele nos explicou que eles usam como base a página na web deles, isso agiliza o desenvolvimento do aplicativo. Uma equipe pequena, entre 1 e 4 pessoas, pode concluir em uma ou duas semanas. Um aplicativo como o G1 é de dificuldade intermediária, isso é, implementa conceitos específicos. “No geral, qualquer pessoa com conhecimento intermediário em programação pode desenvolver aplicativos mobile. As vantagens dos aplicativos mobile são muitas, entre as principais estão: mobilidade, acesso ao GPS do usuário e atualização contínua através das stores, Apple Store e Google Play. As desvantagens são difíceis de serem identificadas, pois depende muito do aplicativo. Mas no geral estão no cuidado redobrado com desempenho e uso de bateria, tamanho da tela e manutenção mais frequente para adaptar o APPS às novas funcionalidades do sistema”, finaliza.

Além de informar, os aplicativos são muito usados para entreter. Além dos famosos APPS de jogos, também existem os que permitem ler livros e revistas, ouvir músicas, rádios, assistir vídeos, acessar as redes sociais, assistir televisão, editar fotos e vídeos, cantar no karaokê e também podem ser muito úteis para controlar calorias, ajudar a fazer dieta, compras, aprender idiomas, tocar instrumentos virtuais entre uma infinidade de utilidades para todos os gostos e critérios. A cada dia, novos APPS são lançados e baixados no mundo todo, fazendo com que a vida fique cada vez mais fácil, ágil e prática com a ajuda da internet.

Pauta: Bárbara Inah, Carolline Coelho, Fernanda Velloso, Lohanna Barbosa e Luciana Berling

Texto: Fernanda Velloso e Luciana Berling

Foto: Fernanda Velloso

Edição: Bárbara Inah, Carolline Coelho e Lohanna Barbosa

Publicação: Bárbara Inah

                                                                                                      
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