O Livro Reportagem e as histórias sobre amores assassinos

Ler sempre é bom, e quando a leitura se trata de jornalismo em formato de livro-reportagem é melhor ainda

Loucas de amor é o trabalho do jornalista e roteirista Gilmar Rodrigues que conta a história, baseada em fatos reais, sobre mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais. Partindo do caso, nacionalmente conhecido, do “maníaco do parque”.

Gilmar relata um pouco sobre o processo de apuração dessas narrativas e as dificuldades enfrentadas durante sua jornada como observador desse mundo de crimes. Além disso, cita as transformações do jornalismo na atualidade e a sobrevivência do impresso.

(Redação 8022) Como foi fazer um livroreportagem?

Gilmar Rodrigues: Foi um trabalho muito intenso. 4 anos em processo de apuração, visitas em presídios e também, em entrevistas com psiquiatras e delegados.

R8022: O que o motivou a fazer esse livro-reportagem?

G.R: O motivo foi por que li no jornal uma notícia que mulheres estariam enviando cartas a serial killers dentro de presídio. Achei essa pauta interessante e me despertou uma curiosidade de entrevistar essas mulheres e também de entender o porquê de elas enviarem cartas para criminosos sexuais.

R8022: Qual sua opinião sobre as novas plataformas móveis?

G.R: Acho muito bom para se comunicar rapidamente, já que estamos vivendo a era do imediatismo. Os novos aplicativos que estão surgindo e os que já estão, ajudam bastante a nós, jornalistas. Além disso, os e-books são plataformas interessantes, onde possibilita a leitura de livros em formatos virtuais.

R8022: Qual a sua opinião, em relação a jornalistas cidadãos?

Cópia de carta enviada ao maníaco do parque

G.R: É uma medida interessante, onde a notícia é propagada de maneira rápida onde qualquer pessoa pode passar informações, mas também, por outro lado, tem a questão de saber também se aquela notícia é verídica.

R8022: Em relação ao impresso x digital?

G.R: O jornal impresso tem suas qualidades. Muitas pessoas ainda têm o costume de comprar seus jornais toda manhã, porém o jornal digital, devido a correria do dia a dia, faz com que as pessoas estejam fazendo a leitura em seus celulares e tablets por ser mais prático e dinâmico. Mas não acredito que o jornal impresso acabe algum dia. Acredito na sua renovação.

 

 

Reportagem: Bárbara Souza e Thaís Souza

Texto: Bárbara Souza
Revisão: Clarice Perrot
Edição: Thainara Carvalho
Fotos: Bárbara Souza
Pauta: Bárbara Souza, Clarice Perrot, Thaís Souza, Thainara Carvalho, Suelen Cordeiro

 

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