O jornalista cultura e a arte urbana.

No mundo contemporâneo em que nos vivemos, cada vez mais a forma das pessoas se expressarem vem se modificando e se adaptando aos novos movimentos culturais. Na atual era da integração digital, em que não há mais delimitações temporais e geográficas, barreiras físicas são quebradas, tornando possível as mais diversas formas de expressão se tornarem universais. Embora a arte urbana são seja   um meio digital que permita a instantaneidade da comunicação, ela é uma forma de integração social democrática, de livre criação e consumo gratuito.


cultura

Com a convergência da mídias digitais, a linguagem no jornalismo vem mudando cada vez mais rápido e a forma do jornalista se comunicar com o seu receptor teve de ser adaptada às novas tecnologias.

Com o jornalismo cultural não foi diferente. Novos aplicativos de visitas virtuais que permitem romper barreiras de tempo, espaço geográfico e grandes distâncias físicas permitiu  o consumidor desse tipo de informação estar em qualquer lugar, a qualquer hora, virtualmente.

O jornalista cultural pode e deve lançar mão de matérias multimídias, usando fotos, hiperlinks, vídeos que possibilitem tal experiência ao seu leitor. Em tempos em que as pessoas têm acesso às notícias na palma da mão, cabe ao profissional se adequar à nova era.

Visitar os lugares mais cosmopolitas, os principais museus e as mais famosas ruas do mundo, é possível mesmo sem sair de casa. É onde entram os meios digitais. Aplicativos do tipo Street View, blogs, sites de vídeos, redes sociais ou outros meios de integração e convergência, permitem que as pessoas possam passear pelas principais metrópoles ou cidadezinhas desconhecidas, avenidas conhecidas ou ruelas underground, contemplar muros grafitados ou painéis de arte encomendada por artistas alternativos.

Fazer um tour pelas alas do Louvre é possível vitualmente. Pode não ser tão interessante como fazê-lo pessoalmente, mas permite conhecer o seu acervo, ter acesso gratuitamente, ao que, até então, só o dinheiro permite. Conhecer hábitos e costumes de culturas não muito próximas de nós, ocidentais, como de algumas culturas como a do Nepal, por exemplo, também é permitida pela atual era virtual em que vivemos.

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Tal conforto que o avanço tecnológico nos trouxe, permite que conheçamos qualquer lugar, cultura, movimento artístico, pessoas, histórias na poltrona de nossas casas. Ou até mesmo que possamos programar uma volta ao mundo sem precisarmos ir a uma agência de viagem, por exemplo.

É a delícia de visitar cada desdobramento de um esquina, descobrir cada pedacinho de uma cultura,  cada cor de um povo. Saciar curiosidades e adquirir conhecimento, se desligar de “pré-conceitos”. No era atual, não há tantas desculpas para mentes fechadas.

E o que torna isso possível? É simplesmente o fato de qualquer pessoa poder ter acesso através da convergência dos meios digitais. Estar em qualquer do mundo, em qualquer tempo, é o que atualidade da comunicação nos permite. As diversidades culturais se fundem e assim, novas identidades de diversos âmbitos surgem. É a mensagem de que no futuro, tudo se integra. O conhecimento está cada vez mais acessível e ao alcance de quem tem sede de descobrimento.

E cabe ao jornalista saber passear por esses meios. Romper barreiras e quebrar paradigmas é função de um jornalista que sabe muito bem como trabalhar com novas mídias e melhor informar seu leitor.

 

Larissa Marini, Luana Soares, Tainá de Oliveira, Marta Furtado e Cassiane.

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