O Jornalista e a fonte.

O jornalista lida com uma infinidade de fontes diversas, a maioria com notícias prontas para publicar. Desse modo, entende-se a ideia de que o jornal on-line é um espaço distinto, na forma em que torna um acontecimento em notícia por meio de uma publicação. O trabalho do jornalista inerte se compreende à adaptação dos modos da agência às normas de redação. É comum que os repórteres resumam matérias consideradas longas demais para a internet, e quando uma nota não parece verdadeira, checa-se com um veículo de comunicação mais confiável.

1Esperando
fonte: http://www.wfsi.org/course?pt?L1/Esperando.jpg

Porém isso não acontece sempre. A resposta para este procedimento é simples. Para os jornalistas, as matérias elaboradas através de cópias de uma agência seriam facilmente seguras e imparciais. Ao escolher as agências como fontes de informação (e não como agentes), os jornalistas percebem que elas não possuem interesse em produzir um dado enunciado. O que falta aos novos jornalistas é a velha regra de três: ao apurar a veracidade de um fato, é preciso no mínimo entrevistar três fontes diferentes.

Três fontes, três pontos de vistas diferentes, três maneiras de verificar se o fato é verdadeiro. Cabe lembrar também que fontes oficias ou oficiosas não são as únicas a serem levadas em conta. Deve-se procurar falar com todas as testemunhas possíveis, desde o delegado ao transeunte que estava de passagem no momento em que aconteceu o fato.

Larissa Marini, Luana Soares, Tainá de Oliveira, Marta Furtado e Cassiane

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